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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECOLOGIA

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECOLOGIA. DEFINIÇÃO DE ECOLOGIA. SER VIVO. SER VIVO. É O RAMO DA BIOLOGIA QUE ESTUDA OS SERES VIVOS E SUAS RELAÇÕES. SER VIVO. MEIO AMBIENTE. NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO. CÉLULA CITOLOGIA. TECIDO HISTOLOGIA. ÓRGÃO/SIST. ANATOMIA. INDIVÍDUO. COMUNIDADE

benjamin
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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECOLOGIA

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Presentation Transcript


  1. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECOLOGIA

  2. DEFINIÇÃO DE ECOLOGIA SER VIVO SER VIVO É O RAMO DA BIOLOGIA QUE ESTUDA OS SERES VIVOS E SUAS RELAÇÕES SER VIVO MEIO AMBIENTE

  3. NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO CÉLULA CITOLOGIA TECIDO HISTOLOGIA ÓRGÃO/SIST. ANATOMIA INDIVÍDUO COMUNIDADE CONJUNTO DE POPULAÇÕES QUE HABITAM UM MESMA ÁREA/VOLUME POPULAÇÃO CONJUNTO DE INDIVÍDUOS DE UMA MESMA ESPÉCIE ÁREA/VOLUME BIOSFERA CONJUNTO DE ECOSSISTEMAS DO PLANETA TERRA ECOSSISTEMA BIOCENOSE (COMUNIDADE) + BIÓTOPO

  4. OUTROS CONCEITOS FUNDAMENTAIS HABITAT NICHO ECOLÓGICO LOCAL COMUM = SAVANA PROFISSÃO = SEU PAPEL ZEBRA, ELEFANTE, HIENA... MUITO ESPECÍFICO ENDEREÇO QUANDO MUITO PRÓXIMO GERA COMPETIÇÃO

  5. CONSUMIDOR TERCEÁRIO CONSUMIDOR SECUNDÁRIO CONSUMIDOR QUATERNÁRIO CONSUMIDOR PRIMÁRIO PRODUTORES CADEIA ALIMENTAR E NÍVEL TRÓFICO

  6. Decompositores TEIA ALIMENTAR Consumidor terceário Consumidor secundário Consumidor primário e secundário Consumidor primário Consumidor primário Produtor Produtor

  7. PIRÂMIDES ECOLÓGICAS PIRÂMIDES DE NÚMEROS COBRA PARASITAS PARDAL CUPINS GAFANHOTO CAPIM ÁRVORE PIRÂMIDE DIREITA PIRÂMIDE INVERTIDA

  8. PIRÂMIDES ECOLÓGICAS PIRÂMIDES DE BIOMASSA HOMEM=7OKg ZOOPLÂNCTON= 20g/m² BOI=1t FITOP.=4g/m² ALFAFA=8t PIRÂMIDE INVERTIDA PIRÂMIDE DIREITA

  9. PIRÂMIDES ECOLÓGICAS PIRÂMIDES DE ENERGIA ENERGIA DISSIPADA EM FORMA DE CALOR CONS.SEC. CONS. PRIM. PRODUTOR NÃO EXISTE PIRÂMIDE INVERTIDA NESTE CASO. OBSERVAÇÃO:

  10. TIPOS DE RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS IND. DA MESMA ESPÉCIE HARMÔNICAS +/+ OU +/ 0 INTERESPECÍFICAS IND. DE ESPÉCIES DIFERENTES INTRA-ESPECÍFICAS DESARMÔNICAS + /  INTERESPECÍFICAS

  11. COMPONENTES ABIÓTICOS DE UM ECOSSISTEMA

  12. DEFINIÇÃO BÁSICA: São os fatores do meio ambiente que atuam nos seres vivos. IMPORTÂNCIA: • FOTOSSÍNTESE • FOTOPERIODICIDADE FOTÓFILOS LUZ CLASSIFICAÇÃO FOTÓFOBOS

  13. TEMPERATURA VARIÁVEL = PECILOTÉRMICOS • TEMPERATURA CONSTANTE = HOMEOTÉRMICOS CLASSIFICAÇÃO: “LEMBRAR”- Cada ser possui uma temperatura ótima de sobrevivência para o seu metabolismo. ÁGUA TEMPERATURA • ARMAZENAMENTO DE ÁGUA • URINA POUCO • FEZES SECAS • AUSÊNCIA OU BAIXA QUANTIDADE DE GLÂNDULAS SUDORÍPARAS • XERÓFITAS - RAÍZES LONGAS, FOLHAS COM A FORMA DE ESPINHOS. ADAPTAÇÕES:

  14. EURÍBAROS = SUPORTAM GRANDES VARIAÇÕES • ESTENÓBAROS = NÃO SUPORTAM VARIAÇÕES CLASSIFICAÇÃO: “NÃO ESQUEÇA”- Ao nível do mar a pressão normal é de 1 atm. Se subimos ela diminui, se afundamos ela aumenta. EURÍBAROS ESTENÓBAROS PRESSÃO

  15. EURÍALINOS = SUPORTAM GRANDES VARIAÇÕES • ESTENÓALINOS = NÃO SUPORTAM VARIAÇÕES CLASSIFICAÇÃO: ESTENÓALINOS SALINIDADE PIRANHAS

  16. EURIALINOS CATÁDROMO LAMPRÉIAS E ENGUIAS SALINIDADE ANÁDROMO RIO SALMÃO E TAINHA MAR

  17. TIPOS DE RELAÇÕES INTRA-ESPECÍFICAS IND. DA MESMA ESPÉCIE HARMÔNICAS +/+ OU +/ 0 INTERESPECÍFICAS IND. DE ESPÉCIES DIFERENTES INTRA-ESPECÍFICAS DESARMÔNICAS + /  INTERESPECÍFICAS

  18. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTRA-ESPECÍFICAS COLÔNIAS SOCIEDADE RAINHA OPERÁRIAS ZANGÕES Physalia sp.

  19. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS MUTUALISMO SIMBIOSE PROTOCOOPERAÇÃO BEM-TE-VI (SE ALIMENTA) + RINOCERONTE (CARRAPATO) LÍQUENS ALGA (ALIMENTO) + FUNGO (PROTEÇÃO)

  20. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS COMENSALISMO INQUILINISMO PEPINO DO MAR (CASA) + FIERASTER (INQUILINO) TUBARÃO + RÊMORA

  21. RELAÇÕES HARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS EPIFITISMO FORESIA ORQUÍDEAS E ÁRVORES CRACAS E SIRI

  22. RELAÇÃO DESARARMÔNICA INTRA-ESPECÍFICA CANIBALISMO FATORES QUE INFLUENCIAM: STRESS, ESPAÇO, COMPETIÇÃO E ALIMENTO TUBARÃO PORCO COELHO

  23. RELAÇÕES DESARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS PREDATISMO PARASITISMO ENDOPARASITA = LOMBRIGA ECTOPARASITA = CARRAPATO GUEPARDO E ANTÍLOPE

  24. RELAÇÕES DESARMÔNICAS INTERESPECÍFICAS AMENSALISMO ESCLAVAGISMO FORMIGA + PULGÃO ANTIBIOSE

  25. CAMUFLAGEM QUANDO O ANIMAL SE CONFUNDE COM O AMBIENTE CAMALEÃO URSO POLAR POLVO Cuidado: o grilo realiza camuflagem e mimetismo.

  26. MIMETISMO QUANDO INDIVÍDUOS DE UMA ESPÉCIE PARECEM DE OUTRA BATESIANOimita um maior ou + perigoso DEFENSIVO MÜLERIANOutiliza maus odores

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