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João 21.15-17

João 21.15-17. O contexto da pergunta de Jesus: Simão, filho de João, amas-me mais do que esses outros? Simão, filho de João, tu me amas? Simão, filho de João, tu me amas?.

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João 21.15-17

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Presentation Transcript


  1. João 21.15-17

  2. O contexto da pergunta de Jesus: • Simão, filho de João, amas-me mais do que esses outros? • Simão, filho de João, tu me amas? • Simão, filho de João, tu me amas?

  3. “De todas as coisas que irão nos surpreender na manhã da ressurreição, esta, creio eu, é a que mais causará surpresa: que amamos tão pouco a Cristo durante nossa vida.” J.C. Ryle

  4. A Primazia de Cristo em nossa Vida: •  Lucas 14.25-27, 33 • vs. 26 – A primazia de Cristo nos “relacionamentos pessoais” • vs. 27 – A primazia de Cristo nos “desejos e objetivos pessoais” • vs. 33 – A primazia de Cristo na “possessões pessoais”

  5. Perpétua & Felicidade • Perpétua: • Pai, como se chama esta vasilha que há aí na frente? “Uma bandeja”, respondeu o pai. Pois bem, disse Perpétua, “essa vasilha deve ser chamada de bandeja, e não de pote ou colher, porque é uma bandeja. Eu que sou cristã, não posso me chamar pagã, nem de nenhuma outra religião, porque sou cristã e o quero ser para sempre”. Meu pai era o único da minha família que estava triste porque nós íamos ser mártires por amor Cristo.

  6. Perpétua & Felicidade • Felicidade: • Agora sou fraca porque sofre a minha pobre natureza. Mas quando chegar o martírio, a graça de Deus me acompanhará, e me encherá de força. Então haverá outra “Pessoa” dentro de mim que sofrerá por mim porque é por amor a “Ele” que estou sofrendo.

  7. Carregar a cruz é a escolha diária de todo cristão de selecionar conscientemente as opções que agradam a Cristo e as que se destinam a agradar o ego. Carregar a cruz é a escolha dolorosa motivada pelo amor a Cristo. Morte para a importância pessoal, para a autogratificação, para as vantagens pessoais e para a independência... morte para os interesses pessoais, porque você serve os interesses de Cristo! W.J. Chantry

  8. É possível ser seguidor de Jesus sem ser seu discípulo; ser um agregado do exército sem ser um soldado do Rei; pendurar-se numa grande obra, e constituir, assim, mero peso-morto. Certa vez, alguém estava conversando com um famoso erudito a respeito de um jovem. Disse a pessoa: “Fulano de Tal me disse que era seu aluno.” Retrucou o mestre de maneira violenta: “ele poderá ter assistido a algumas de minhas aulas, mas nunca foi meu aluno.” Há uma enorme diferença entre assistir as aulas e ser aluno. Um dos mais graves problemas é que na igreja há muitos que seguem Jesus de longe, e tão poucos discípulos verdadeiros.” Willian Barclay

  9. A.W.Tozer: Todo processo de conversão tem se tornado mecânico e desprovido de espiritualidade. Parece que, atualmente, a fé pode ser exercitada sem compromisso com a vida moral e sem nenhuma mudança da velha natureza. Cristo pode ser “recebido” sem que, em seu coração, surgisse um amor especial por Ele. Contudo, o homem que não em fome nem sede de Deus pode estar salvo?

  10. Dietrich Bonhoeffer Quando embarcamos no discipulado, nos rendemos a Cristo em união com sua morte – entregamos nossa vida a morte. Quando Cristo chama um homem, ordena que venha e morra. Pode ser a como a morte dos primeiros discípulos que tiveram que abandonar seus lares e trabalhos para segui-lo, ou pode ser como a morte de Lutero, que teve de deixar o mosteiro e sair para o mundo...

  11. A convocação de Jesus ao jovem rico foi um chamado para a morte, pois somente o homem que morre para si mesmo pode seguir a Cristo. De fato, todo mandamento de Jesus é um chamado para morrermos para nossos prazeres e desejos... Todos os dias, o cristão encontra novas tentações, e todos os dias ele tem de sofrer novamente por amor a Cristo. Os ferimentos e cicatrizes que recebe na peleja são provas vivas de sua participação na cruz do seu Senhor.”

  12. Agostinho : “Não dá nenhum valor a Cristo quem não lhe dá valor acima de tudo.”

  13. A Obediência a Cristo • Ao falar sobre obediência Jesus certamente estava enfatizando sua importância e estabelecendo-a como um elemento essencial na vida cristã. Aparentemente, Jesus era seguido por pessoas que faziam uma confissão verbal de discipulado. • Chamavam-no “Senhor”, o que significa que o consideravam como Amo e se colocavam na condição de servos.

  14. Contudo, menosprezavam seus ensinamentos. Jesus mostrou a impossibilidade desta contradição intrínseca perguntando: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?”. Jesus não pode ser nosso Senhor sem a nossa obediência; e se Ele não é nosso Senhor, não pertencemos a Ele. James Boice “A maior prova de nosso amor a Cristo é a obediência às leis de Cristo... O amor é a raiz; a obediência é o fruto.” (Matthew Henry)

  15. Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço! Mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele”. (1Jo 2.3-4) • “[rei Saul] ...Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros.” (1 Sm 15.22) • Ficaria o Senhor satisfeito com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Devo oferecer o meu filho mais velho como sacrifício... O Senhor te declarou, ó homem, ...o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus. (Mq 6.7-9)

  16. Dietrich Bonhoeffer : “Um único ato de obediência é melhor do que 100 sermões!!”

  17. Relacionamento diário com Cristo • A conversão é a transformação do “eu” solitário num “nós” comunitário. É o chamado para sermos amigos de Deus e dos nossos irmãos. • As parábolas e imagens do reino glorioso de Cristo sempre envolvem mesas fartas, festas, multidão de todas as línguas, tribos, raças e nações; Paulo nos fala de uma nova família, um corpo; João nos fala de um rebanho e de uma cidade — essas imagens revelam que o reino de Deus é o lugar onde as pessoas se encontram na comunhão festiva com Cristo.

  18. Como nós podemos saber se de fato temos um amor verdadeiro por Jesus Cristo? A primeira característica daquele que ama a Cristo, são os seus anseios pela presença de Cristo. Onde quer que haja um grande amor por uma pessoa, há um desejo pela presença dessa pessoa. Você séria e sinceramente deseja a presença de Cristo? Você deseja que Cristo venha a você na forma de uma graciosa comunhão? Você realmente deseja todo o tipo de comunhão e os mais altos níveis de graça da plenitude que está em Cristo? Thomas Vincent

  19. Apóstolo Paulo (Fp 3.7-8) diz: “...considerei tudo como perda, por amor de Cristo. Sim, para mim tudo é perda, comparado com o extraordinário lucro de conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor...”

  20. “Quanto mais amamos a Cristo, mais temos prazer em estar a sós com Ele. Os que se amam gostam de estar a sós um com o outro.” Thomas Brooks

  21. Uma antiga igreja na Alemanha tinha um letreiro que devemos observar com toda a seriedade diante da realidade do juízo final. Palavras escritas... como se fosse o próprio Cristo que tivesse dito: Chamam-me de Mestre e não me escutam, chamam-me de Luz e não me olham, chamam-me de Caminho e não me seguem, chamam-me de Vida e não me vivem, chamam-me de Sábio e não me aprendem, chamam-me de Justo e não me temem, chamam-me de Senhor e não me obedecem, se Eu os condeno, não reclamem.

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