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WWW.CBIC.ORG.BR. 1 - HISTÓRICO. 1.1 – Programa de Qualidade – década de 80 1.2 – Programa de Segurança do Trabalho em parceria com Sistema Federação de Indústrias – SESI – década de 80 1.3 – Cursos de Capacitação – parceria com SENAI. 1.4 – Programa de Saúde do Trabalhador – SECONCI

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  1. WWW.CBIC.ORG.BR

  2. 1 - HISTÓRICO 1.1 – Programa de Qualidade – década de 80 1.2 – Programa de Segurança do Trabalho em parceria com Sistema Federação de Indústrias – SESI – década de 80 1.3 – Cursos de Capacitação – parceria com SENAI

  3. 1.4 – Programa de Saúde do Trabalhador – SECONCI Presentes em 11 estados Realizando 2 milhões de atendimentos / mês Seconci São Paulo: www.seconci-sp.org.brSeconci Distrito Federal: www.seconci-df.org.brSeconci Rio de Janeiro: www.seconci-rio.com.brSeconci Goiânia: www.seconcigoias.com.brSeconci Manaus: www.seconci-manaus.com.brSeconci Belo Horizonte: www.seconci-mg.org.brSeconci Paraná: www.sinduscon-pr.com.br/seconciSeconci Joinville: www.seconcij.com.brSeconci Florianópolis: www.sinduscon-fpolis.org.brSeconci Blumenau: www.sindusconbnu.org.brSeconci Espírito Santo: www.seconci-es.com.b

  4. 1.5 Concurso Falcão Bauer – década de 90 16º Concurso

  5. 1.6 – ISO 9000 1.7 – PBQP-H 1.8 – SUSTENTABILIDADE 1.9 – H. I. S.

  6. 2 - PROJETO INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL1ª FASE 6

  7. Desenvolvimento técnico Empresa de consultoria sediada em São Paulo. Coordenação: Maria Angelica Covelo Silva – Engenheira Civil, Mestre e Doutora em Engenharia, consultora de empresas e entidades do setor.

  8. Histórico • A primeira fase do projeto precisava identificar o que é preciso ser feito para impulsionar a inovação no setor a partir da identificação do estágio atual, dos fatores condicionantes da inovação e do que o setor vai precisar de inovação a partir dos cenários atuais. • Esta primeira fase então: • Levantou e analisou os conceitos modernos de inovação verificando sua aderência ao setor da construção civil e adotando como conceitos os que são internacionalmente aceitos e fazendo sua correspondência para a construção civil; • Levantou a natureza das inovações vividas pelo setor da construção civil da década de 90 em diante; analisou e classificou estas inovações segundo sua natureza – por meio de amplo levantamento bibliográfico e de periódicos especializados, de um amplo acervo de trabalhos já realizados pela NGI Consultoria , de questionários aplicados a empresas dos estados participantes; entrevistas com entidades, empresas e especialistas; • Analisou diante dos levantamentos realizados quais são os fatores condicionantes da inovação na construção: o quê impulsiona e o quê impede a inovação; • Identificou diante das necessidades e características atuais do setor e suas tendências o que se coloca como inovações necessárias para o futuro. • Delineou as ações que o setor precisa fazer para retirar barreiras e introduzir incentivos à inovação as quais deverão se transformar em projetos a serem liderados pela CBIC em parceria com outras entidades.

  9. AS GRANDES CONCLUSÕES DA FASE 1 DO PROJETO

  10. Necessidade/oportunidade de inovação identificada a partir do cliente Viabilização de novo ciclo de investimentos pelo desenvolvedor da inovação Desenvolvimento e lançamento no mercado Introdução nos processos produtivos e produtos colocados no mercado Queda de preços da inovação e acesso a mais consumidores Crescimento da escala de consumo da inovação Diluição/retorno dos investimentos na inovação • A inovação na construção civil envolve aspectos particulares em relação a outras indústrias como: em função da estrutura de grande fragmentação de empresas no setor e da complexa cadeia de conhecimento e de tecnologia de produtos e processos envolvida há grande dificuldade de absorção das inovações presentes no mercado. As dificuldades envolvem os recursos financeiros para inovar, a existência nas empresas construtoras de profissionais capacitados para inovar, a falta de ligação entre indústria e universidades e institutos de pesquisa e a própria dificuldade de identificação adequada das verdadeiras necessidades de inovação, dificuldades de absorção das inovações existentes fazendo com que muitas inovações não atinjam a escala necessária. • Com a natureza dos bens da indústria da construção (bens duráveis) e diante desta situação de fragmentação é mais difícil se instalar no setor o círculo virtuoso da inovação. Círculo virtuoso da inovação

  11. FATORES CONDICIONANTES DO IMPULSO À INOVAÇÃO E À ABSORÇÃO DE INOVAÇÕES EXISTENTES.

  12. Síntese dos aspectos atuais da inovação na construção • As inovações identificadas registram iniciativas de inovação nos tipos distintos de classificação e pode-se afirmar que o número e intensidade é maior entre as inovações de produtos e processos: • Inovações de produto – tanto produtos imobiliários inovadores foram identificados como uma grande quantidade de materiais, componentes e sistemas construtivos; • Inovações de processo – muitos materiais, componentes e sistemas construtivos são por si só responsáveis por significativas mudanças no processo construtivo como é o caso das inovações em sistemas de fôrmas, a introdução do concreto auto-adensável, os sistemas drywall, revestimentos monocamada e outros; • Inovações organizacionais – ocorreram com menor intensidade que as inovações em produtos e processos e são registradas sob a forma de inovações setoriais envolvendo, por exemplo, formas de fornecimento entre fornecedor e construtora, alguns novos modelos de negócios e inovações dentro das empresas como a implantação de iniciativas com o uso de tecnologia da informação. • Inovações de marketing – ocorreram também em menor intensidade mas registra-se neste tipo novas formas de relacionamento e comunicação com o cliente.

  13. Alguns exemplos de inovações identificadas

  14. Produto imobiliário que permite a personalização completa pelo cliente. MaxCasa - SP

  15. Produto imobiliário que permite ao morador ter atividade profissional na residência com isolamento/privacidade de acesso de seus clientes por entrada/portaria independente no térreo – Edifício Combinatto – BKO Engenharia.

  16. Automação dos controles em canteiros com o uso de palm-tops.

  17. Sistemas construtivos Paredes de concreto com fôrmas de alumínio ou PVC Steel framing

  18. Drywall Materiais e subsistemas Concreto auto adensável

  19. Síntese de aspectos atuais da inovação na construção • É importante distinguir que as necessidades e motivação para o desenvolvimento de inovações são diferentes segundo os segmentos de mercado da construção e o negócio de cada tipo de empresa do setor. • O estudo detecta diferentes naturezas de inovação para os segmentos de obras residenciais, comerciais e industriais; para empresas que são incorporadoras e construtoras de forma diferente das empresas que são empresas de engenharia e construção; para empresas que atuam no setor privado diferente das empresas que atuam no setor público e diferente pela escala de atuação (número, tamanho e complexidade de empreendimentos). • Uma grande parte da inovação identificada vem por iniciativa da indústria de materiais e sistemas construtivos. Detecta-se que nem sempre as inovações estão aderentes às percepções dos consumidores destas inovações que são as empresas construtoras e/ou o cliente final. Há lacunas de necessidades de inovação ainda não percebidas ou viabilizadas. • As inovações nas empresas de projeto e em empresas de outros negócios da cadeia produtiva são menos intensas do que as inovações que aparecem na ponta da cadeia, isto é, nas empresas construtoras. Parte disto se deve à dificuldade de investimento e outra parte à falta de acesso ao conhecimento de inovações já existentes em outros países ou de conhecimento para realmente desenvolver inovações.

  20. Síntese de aspectos atuais da inovação na construção • As inovações de conhecimento mais amplo e difundidas por fabricantes de atuação nacional espalham-se pelo País, sendo absorvidas por empresas de diferentes regiões – ex. protensão estrutural com o emprego de cordoalhas engraxadas, sistemas drywall,etc. • No entanto, as inovações organizacionais e de marketing que são decorrentes de investimento e visão das empresas construtoras são de mais difícil difusão seja pela falta de divulgação que impede que o mercado conheça as inovações de empresas específicas, seja pelo caráter estratégico de muitas delas que impedem o acesso de mercado ao conhecimento sobre estas inovações. • A falta destas, no entanto, por vezes dificulta a absorção ou desenvolvimento de inovações de produto. • A falta de escala de produção fez com que não surgissem muitas alternativas de produtos pensados para os segmentos econômicos da produção residencial, projetando-se e construindo-se para estes segmentos com produtos para os segmentos de renda mais alta e ao passar para produtos mais econômicos, comprometendo-se o desempenho pela incidência de produtos em não conformidade às normas técnicas nestes segmentos (exemplo típico dos materiais de acabamentos em geral).

  21. Síntese de aspectos atuais da inovação na construção • As dificuldades de disseminação de inovação tem raízes em alguns aspectos como: • Falta de capacitação dos terceirizados (empresas de execução de serviços) para a gestão do processo, medição e formação de preço em função de produtividade e transferência dos ganhos da inovação para o contratante; • Carga tributária excessiva incidente sobre um grande contingente de mão de obra necessário à atividade faz com que o setor trabalhe inteiramente terceirizado na maioria das regiões sem muita perspectiva de voltar ao modelo de mão de obra própria pelas construtoras; no entanto isso leva a grande dificuldade de controle destes terceirizados que têm elevado grau de informalidade; a informalidade é incompatível com a inovação pois traz a baixa capacitação e a concorrência predatória à industrialização (“menor preço” em relação a soluções industrializadas); • Falta de sistemas de avaliação de inovações (agora começa a entrar em vigor o SINAT no âmbito do Ministério das Cidades mas o seu verdadeiro aparelhamento depende da iniciativa privada); • Restrições devidas a legislação ultrapassada (principalmente códigos de obras); • Falta de rendimentos/ receitas que permitam a grande parte da cadeia produtiva buscar o conhecimento necessário à inovação e investir verdadeiramente em inovação.

  22. RESUMO DAS NECESSIDADES E TENDÊNCIAS DE INOVAÇÃO

  23. Inovações de produtos: • Materiais e sistemas que contribuam para a elevação da produtividade e para a execução em prazos mais curtos – como reduzir as relações de interdependência na obra decorrentes das necessidades de cada sistema para atingir o desempenho adequado. Custos adequados para os diferentes segmentos. • Produtos que eliminem ou facilitem o transporte, facilitem a montagem em canteiro eliminando operações que não agregam valor ao processo. • Incorporação de sistemas que permitam a redução dos controles e inspeções – ex. sistema de conferência de aço, de identificação de tubulações, etc; automação do recebimento de materiais, do controle da mão de obra no canteiro. • Produtos que reduzam impactos sobre o trabalhador como toxicidade, esforço físico. • Produtos que solucionem problemas reais existentes nos edifícios: manutenção e limpeza, adequação e segurança no uso; acessibilidade,etc.

  24. Produtos e métodos de projeto que contribuam para o comportamento/ desempenho de sistemas – produtos que contribuam para o desempenho acústico, térmico, etc. • Produtos e métodos de projeto que contribuam para a criar condições de atender requisitos de desempenho quanto à sustentabilidade – água, energia, durabilidade, impacto ambiental da obra no entorno, etc • Soluções de interface – produtos, sistemas e características de projeto que possibilitem resolver melhor interfaces entre subsistemas fundações/ solo /concreto; alvenarias, estrutura, revestimento; sistemas hidráulicos entre si (água quente, fria, esgoto pluvial, esgoto sanitário). • Produtos concebidos para os segmentos econômicos – inteligência de produto para viabilizar redução de custos com produtos de desempenho adequado para todos os subsistemas dos edifícios onde é possível uma vez que com a falta de produção em escala para estes segmentos se está construindo para ele com os mesmos materiais e componentes dos segmentos de mais alta renda. • Produtos imobiliários adequados às características dos diferentes tipos de usuários / clientes (ex. envelhecimento da população, novas características das famílias). • Produtos específicos para solucionar necessidades específicas: exemplo – pisos de shopping centers, materiais específicos para indústrias que requerem assepsia ou hospitais, materiais específicos para edifícios que requerem vibração zero (equipamentos eletrônicos de precisão operando no edifício, etc) ou outras necessidades específicas.

  25. Inovações organizacionais e de gestão: • Modelos de inteligência de mercado focados no conhecimento e características necessárias às tendências do cliente/ consumidor em função da forma de morar, das necessidades sócio-econômicas , das necessidades decorrentes da infra-estrutura e condições das grandes metrópoles, etc • Modelos de planejamento, orçamento e avaliação de riscos com o uso de sistemas inovadores: comparações baseadas no verdadeiro impacto das inovações sobre o custo sistêmico e global, ao longo da vida útil. • Métodos de projeto: adequados ao conceito de desempenho – o uso de simulações na prática projetual; adequados à análise do impacto do empreendimento para o entorno; flexibilização às alterações do usuário ao longo da vida útil. • Tecnologia da informação – no projeto, no planejamento, no controle em obras, nos métodos de diagnóstico, na robotização de atividades que o homem não precisa fazer e que podem ter mais precisão; automação de componentes e sistemas nos edifícios – • BIM – Building Information Modelling ; • Automação dos controles em obras (RFID- Radio Frequency IDentification (tarjetas com código de barra por rádio freqüência), laser scanners, palmtops etc.

  26. Sugestões da consultoria sobre projetos a desenvolver (em análise pela CBIC) PROJETOS SISTÊMICOS

  27. PROJETO 1 Tributação compatível com a industrialização e inovação Articulação com as entidades: ABRAMAT ABAI ABCIC CBCA ABRASFE ABESC Associação Drywall AFEAL AsBEA, ABECE, ABEG, ABRASIP ALEC Objetivo: Constatar, analisar e agir para dar as condições competitivas necessárias aos produtos industrializados que podem substituir a produção artesanal em canteiro de obras. 28

  28. PROJETO 1Tributação compatível com a industrialização e inovação Ações: • contratar levantamento e análise (IPI, ICMS), impacto da legislação trabalhista para a inovação na construção (incidência de INSS em obras que utilizam sistemas inovadores e outros mecanismos da legislação trabalhista); • Análise sobre os entraves causados pela excessiva taxação de itens essenciais para a inovação na Engenharia – softwares, hardware e equipamentos que não têm fabricantes nacionais – exemplo: estudo sério e comparativo com as dificuldades de acesso às melhores práticas de projeto do mundo x o estágio do uso de hardware e software no Brasil na área de projeto. • proposição de mecanismos de soluções e articulação com Governo.

  29. PROJETO 2 2. Viabilização do SINAT Articulação com as entidades: Ministério das Cidades. ABRATEC (entidade que reúne os laboratórios de controle tecnológico). Ações: viabilizar o credenciamento efetivo das OTAs (Organização Técnica Avaliadora) – acelerar a elaboração dos documentos de aprovações; acelerar a implantação das OTAs nas várias regiões. 30

  30. 3. Viabilização da inovação em obras públicas Articulação com as entidades: APEOP Ministérios e empresas mistas contratantes de obras (Infraero, Petrobrás, etc). Ações: Análise dos efeitos da Lei 8666 e processos de licitação sobre a introdução de inovações; identificação de benchmarking e definição de ações a serem feitas neste sentido – ex. criação de diretrizes gerais e procedimentos para contratação de projetos e obras válidos para toda a administração pública baseados em “desempenho”. Benchmarking – US General Services nos EUA – www.gsa.gov PROJETO 3 Contratar estudo que permita identificar os mecanismos de outros países e elaborar o modelo brasileiro . 31

  31. 4. Códigos de Obras: Entidades a serem articuladas: Ministério das Cidades CB 2/ABNT Contratar serviços especializados para: Análise dos códigos das principais cidades e seus impeditivos à inovação Estudo para um código padrão/ modelo baseado em Desempenho (modelos de outros países) Elaboração do modelo em uma norma ABNT para elaboração de Códigos de Obras (já existe norma análoga para Plano Diretor) Ação junto às prefeituras das principais cidades para divulgação e junto ao Ministério das Cidades. PROJETO 4 32

  32. Projetos a desenvolver PROJETOS SETORIAIS

  33. 5. Projeto difusão da inovação Material gerado no projeto disponibilizado no website do projeto; Press release para que todos os sinduscons divulguem para seus associados e os incentivem a conhecer o website – disparado pela CBIC para todos os Sinduscons; Contratação de assessoria de imprensa para divulgação do Projeto Inovação na imprensa não especializada (a partir do relatório final) – Revistas Exame e Época Negócios; Gazeta Mercantil e Valor Econômico; Realização de seminários regionais a partir de março de 2009 para divulgar os resultados do estudo e para inserir uma visão geral a cada mercado sobre tendências de inovação despertando a consciência para a inovação como estratégia de negócios. Seminários formatados em padrão determinado com a participação de detentores de tecnologia que possam patrocinar e com a liderança do sinduscon local. PROJETO 5 34

  34. 6. Projeto Capacitação para a Inovação 6.1 Empreiteiros/ empresas prestadoras de serviços – Focar na capacitação para medição de produtividade e formação do preço de serviços com inovações tecnológicas e sistemas industrializados: com empresas construtoras, senais, entidades – ABESC, ABCP, IBTS, ABAI, Drywall. Cursos a serem ministrados para os empreiteiros indicados por um grupo de empresas em cada localidade por meio do Sinduscon local. Desenvolvimento e formatação do curso pelos Sinducons/Comat-CBIC e consultoria do setor/especializada e repasse aos Senais. Acompanhamento em obras. PROJETO 6 35

  35. 6.2 Educação para a inovação: cadastramento de todos os cursos de engenharia e seus professores-chave; comunicação para acesso/uso do website como canal de atualização; seminários regionais para os professores viabilizados com a iniciativa privada – atualizá-los e colocá-los em contato com as práticas de inovação no mercado. PROJETO 6 36

  36. 7. Projeto Ciência e Tecnologia para a Inovação na Construção Consolidação do “roadmap” de necessidades percebidas pelas empresas para dirigir a pesquisa para as inovações necessárias a partir do que está apontado no relatório final do projeto. Realização de workshops para que as empresas conheçam o que as universidades/institutos estão pesquisando e apresentem o que é necessário na sua visão – por tema ou por instituição. Estabelecimento de um canal de comunicação instituições x empresas quanto à pesquisa – acompanhamento das pesquisas em andamento e sua difusão no website inovação. PROJETO 7 37

  37. 8. Projeto Conhecimento para a Inovação Viabilização de capacitação em áreas com lacunas de conhecimento (cursos, publicações traduzidas e produzidas no Brasil) que impactam o desenvolvimento de inovações – formação de especialistas, capacitação dos projetistas atuais e equipes de construtoras. Tecnologia da Informação aplicada a arquitetura e construção – conhecimento para absorver e implantar o que existe fora do Brasil – BIM, automação dos canteiros de obras, automação do planejamento de obras. Custos de empreendimentos e custos ao longo da vida útil Planejamento de obras x custos Desempenho higrotérmico (conhecimento deve permear para as áreas de projeto, pois está localizado na área de pesquisa) Desempenho acústico (idem) Segurança contra incêndio (idem) Instalações e sistemas prediais Outros PROJETO 8 38

  38. 9. Projeto Modulação Coordenação: AsBEA e ABECE; COMAT/CBIC Composição de um Comitê interdisciplinar/ interinstitucional – CBIC, AsBEA (arquitetura), ABECE (projetistas de estruturas), ABRAMAT (indústria de materiais) Análise inicial das necessidades e formas de implementação em projeto guiada (com um especialista em coordenação). Análise das normas técnicas nacionais e padrões internacionais. Elaboração de textos base. Comissão de Estudo. Regulação da aplicação com projetistas e indústria. PROJETO 9 39

  39. RESUMO DOS PROJETOS PROPOSTOS/SUGERIDOS • Projetos sistêmicos: • Tributação e informalidade • SINAT • Inovação em obras públicas • Códigos de obras

  40. RESUMO • Projetos setoriais: • 5. Difusão da inovação • 6. Capacitação para a inovação • 6.1 Empreiteiros/ prestadores de serviços • 6.2 Educação para a inovação (ensino técnico e superior) • 7. Ciência e Tecnologia para a inovação • 8. Conhecimento para a inovação • 9. Modulação/ coordenação modular • 10. Comitê de Tecnologia

  41. 3 – PIT 2ª FASE – 10 PROJETOS 1 - Tributação Compatível com a Industrialização e Inovação Coordenador: Melvyn David Fox ABRAMAT-SP – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção

  42. 2- Viabilização do SINAT - Sistema Nacional de Aprovações Técnicas Coordenador: José Carlos Martins CBIC-DF – Câmara Brasileira da Indústria da Construção

  43. 3 - Viabilização da Inovação em Obras Públicas Coordenador: José Roberto Bernasconi SINAENCO-SP – Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva - SP

  44. 4 - Revisão de Códigos de Obras para facilitar a Padronização de Sistemas Construtivos e o Emprego de Inovações Coordenador: Ronaldo Resende ASBEA-SP – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura - SP

  45. 5- Difusão da Inovação Coordenador: Marcos Túlio de Melo CONFEA-DF – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do DF

  46. 6- Capacitação para a Inovação Coordenador: Vicente Mário Visco Mattos SINDUSCON-BA – Sindicato da Indústria da Construção da Bahia

  47. 7- Ciência e Tecnologia para a Inovação na Construção Coordenador: José de Paula Barros Neto e Francisco Cardoso ANTAC – Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construido

  48. 8- Conhecimento para a Inovação Coordenador: Raquel Naves Blumenschein LACIS/CDS/FAU/UnB-DF – Laboratório do Ambiente Construído da Universidade de Brasília

  49. 9- Projeto Modulação Coordenador: Mário William Esper ABCP-SP – Associação Brasileira de Cimento Portland

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