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Administração em Serviços de Enfermagem II

Administração em Serviços de Enfermagem II. ACREDITAÇÃO HOSPITALAR. Docente: Kelly Veridiany Nascimento E-mail: coordenacaofaseceati@gmail.com. Significado da Palavra Acreditação. A palavra acreditação inexiste na língua portuguesa.

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Administração em Serviços de Enfermagem II

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  1. Administração em Serviços de Enfermagem II ACREDITAÇÃO HOSPITALAR Docente: Kelly Veridiany Nascimento E-mail: coordenacaofaseceati@gmail.com

  2. Significado da Palavra Acreditação • A palavra acreditaçãoinexiste na língua portuguesa. • São encontrados os termos acreditado (particípio de acreditar) • - Que tem crédito; • - Que merece ou inspira confiança; • - Acreditar (dar crédito a; crer; ter como verdadeiro; dar ou estabelecer crédito a; afiançar; conceder reputação a; tornar digno de crédito; confiança; abonar (FERREIRA, 1999)

  3. Acreditação

  4. Acreditação É o procedimento de avaliação dos Recursos Institucionais, voluntário, periódico e reservado, que tende a garantir a qualidadeda assistência através de padrões previamente aceitos. (Novaes; Paganini,1992)

  5. Por que Participar de um Programa de Acreditação Hospitalar? Através da Acreditação Hospitalar, a instituição de saúde tem a possibilidade de realizar um diagnóstico objetivo acerca do desempenho de seus processos, incluindo atividades de cuidado direto ao paciente e as de natureza administrativa. A partir deste diagnóstico e com o desenvolvimento do processo de educação, de acordo com o Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar, é possível discutir, criteriosamente, os achados da avaliação e desenvolver um plano de ações capazes de promover a efetiva melhoria do desempenho da instituição, abrangendo todos os seus serviços e segmentos existentes

  6. HISTÓRICO DA ACREDITAÇÃO • Estados Unidos – 1951 – Criação da JointCommissionofAccreditationofHospitals pelo Colégio Americano de Cirurgiões e 4 associações (AmericanCollegeofPhysicians,American Medical Association,American Hospital Association eCanadian Medical Association) -  em 1987 passou a chamar JointComissiononAccreditationofHealthcareOrganizations (JCAHO)

  7. HISTÓRICO DA ACREDITAÇÃO • O Ministério e a ONA firmaram convênio através da Portaria nº 538, de 17 de abril de 2002, onde reconhecem o "Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA) como a única ferramenta de avaliação da qualidade dos hospitais no país

  8. HISTÓRICO DA ACREDITAÇÃO • A Anvisa formalizou esta parceria através da Resolução/ANVISA nº 921, de maio de 2002.

  9. Passo a Passo da Acreditação • 1. O diretor do hospital solicita a avaliação. • 2. O planejamento da avaliação é feito sob medida, com base nas características do hospital. • 3. Ocorre a primeira avaliação, quando é verificada a conformidade da estrutura, dos processos e dos resultados obtidos pelo hospital, comparados com padrões pré-estabelecidos.

  10. Passo a Passo da Acreditação • 4. Os avaliadores fornecem ao hospital um relatório de decisão preliminar, baseado em seus achados durante a avaliação. Esse relatório é enviado ao Comitê de Acreditação, que tem entre suas atribuições, a aprovação do relatório e a outorga da acreditação. • 5. O ciclo de acreditação tem a duração de três anos e seis meses antes da data de seu término, a agência acreditadora notifica a instituição, com vistas à realização de nova avaliação para reacreditação e um novo ciclo tem início.

  11. Passo a Passo da Acreditação • Para obter o certificado de Hospital Acreditado, o hospital deve demonstrar conformidade significativa com um manual de padrões: - desenvolvidos por especialistas em saúde dos cinco continentes; - criados por profissionais que atuam especificamente no setor saúde; - testados em todas as regiões do mundo; - aplicáveis de forma individual nas organizações de saúde;

  12. Passo a Passo da Acreditação - desenhados para estimular e dar suporte continuado as ações de melhoria da qualidade; - criados para promover a redução de riscos para pacientes e profissionais; - adaptáveis ao contexto das crenças, valores, cultura e legislação das diferentes regiões e países do mundo e voltados para a garantia da segurança do paciente.

  13. ACREDITAÇÃOHOSPITALAR • A comissão avaliadora da Acreditação é composta por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, administradores hospitalares, entre outros, o que permite a avaliação global. • Na Acreditação todos os setores são avaliados, inclusive os terceirizados, e a avaliação verifica os investimentos em treinamento e educação continuada

  14. Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA) Objetivo Geral Promover o desenvolvimento e a implementação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos serviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a garantir a Qualidade na assistência à saúde de nossos cidadãos, em todas as Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde do país.

  15. Metodologia do Processo de Acreditação Instrumentos de Avaliação Manual Brasileiro de Acreditação - ONA

  16. NÍVEIS DE ACREDITAÇÃO

  17. Nível 3 RESULTADO Nível 2 PROCESSO ESTRUTURA Nível 1 Os 3 Níveis

  18. Nível 2 PROCESSO ESTRUTURA Nível 1 Aplicação dos Níveis 1 e 2

  19. ESTRUTURA Nível 1 Padrão de Nível 1 Atende aos requisitos formais, técnicos e de estrutura para a sua atividade conforme legislação correspondente; identifica riscos específicos e os gerencia com foco na segurança.

  20. Itens de Orientação de Nível 1 • responsabilidade técnica conforme legislação; • corpo funcional, habilitado ou capacitado, dimensionado adequadamente às necessidades do serviço; • condições operacionais que atendam aos requisitos de segurança para o cliente (interno e externo); • identificação, gerenciamento e controle de riscos sanitários, ambientais, ocupacionais e relacionados à responsabilidade civil, infecções e biossegurança.

  21. Nível 2 PROCESSO Padrão de Nível 2 Gerencia os processos e suas interações sistemicamente; estabelece sistemática de medição e avaliação dos processos; possui programa de educação e treinamento continuado, voltado para a melhoria de processos.

  22. Itens de Orientação de Nível 2 • identificação, definição, padronização e documentação dos processos; • identificação de fornecedores e clientes e sua interação sistêmica; • estabelecimento dos procedimentos; • documentação (procedimentos e registros) atualizada, disponível e aplicada;

  23. Itens de Orientação de Nível 2 • definição de indicadores para os processos identificados; • medição e avaliação dos resultados de processos; • programa de educação e treinamento continuado, com evidências de melhoria e impacto nos processos; • grupos de trabalho para a melhoria de processos e interação institucional.

  24. Nível 3 RESULTADO Aplicação do Nível 3

  25. Nível 3 RESULTADO Padrão do Nível 3 Utiliza perspectivas de medição organizacional, alinhadas às estratégias e correlacionadas aos indicadores de desempenho dos processos; Dispõe de sistemática de comparações com referenciais externos pertinentes, bem como evidências de tendência favorável para os indicadores; Apresenta inovações e melhorias implementadas, decorrentes do processo de análise crítica.

  26. Itens de Orientação do Nível 3 • Define as perspectivas básicas de sustentação da organização (inovação e desenvolvimento, pessoas, clientes, processos, financeira e sociedade); • Sistema de indicadores de desempenho focalizando as perspectivas básicas, com informações íntegras e atualizadas, incluindo informações de referenciais externos pertinentes; • Estabelecimento de uma relação de causa e efeito entre os indicadores, onde os resultados de um influenciam os demais, bem como permitem a análise crítica do desempenho e a tomada de decisão;

  27. Itens de Orientação do Nível 3 • Análise de tendência com apresentação de um conjunto de pelo menos três resultados consecutivos; • Análises críticas sistemáticas com evidências de ações de melhoria e inovações;

  28. Itens de Orientação do Nível 3 • Identificação de oportunidades de melhoria de desempenho através do processo contínuo de comparação com outras práticas organizacionais com evidências de resultados positivos; • Sistemas de planejamento e melhoria contínua em termos de estrutura, novas tecnologias, atualização técnico-profissional e procedimentos.

  29. Níveis de Avaliação • Nível 1: ESTRUTURA (SEGURANÇA) • Nível 2: PROCESSOS (SEGURANÇA E ORGANIZAÇÃO) • Nível 3: RESULTADOS (SEGURANÇA, ORGANIZAÇÃO E PRÁTICAS DE GESTÃO DA QUALIDADE)

  30. Instituições acreditadas em Minas Gerais • ANATOMIA PATOLOGIA DIAGNÓSTICA -BELO HORIZONTE/MG-creditado Pleno-15/09/2012. • ASSOCIAÇÃO MÁRIO PENNA - HOSPITAL LUXEMBURGO-BELO HORIZONTE/MG-Acreditado com Excelência-23/11/2013. • ASSOCIAÇÃO MÁRIO PENNA - HOSPITAL MÁRIO PENNA-BELO HORIZONTE/MG-Acreditado com Excelência-23/11/2013

  31. Instituições acreditadas em Minas Gerais • BIOVISÃO - CENTRO ESPECIALIZADO EM MICRO-CIRURGIA OCULAR-BELO HORIZONTE/MG-Acreditado Pleno-02/12/2011 • CENTRO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE UBERLÂNDIA S/S LTDA-UBERLÂNDIA/MG-Acreditado Pleno- 08/11/2012

  32. Instituições Acreditadas em Minas Gerais • HEMATOLÓGICA CLÍNICA DE HEMATOLOGIA LTDA –BELO HORIZONTE/MG-Acreditado Pleno-21/07/2012 • HOSPITAL E MATERNIDADE SANTA RITA S/A-CONTAGEM/MG- Acreditado Pleno-30/07/2011 HOSPITAL FELÍCIO ROCHO-BELO HORIZONTE/MG-Acreditado com Excelência-07/12/2013 HOSPITAL MONTE SINAI-JUIZ DE FORA/MG-Acreditado com Excelência-05/04/2014

  33. Instituições Acreditadas em Minas Gerais • BIOCOD BIOTECNOLOGIA LTDA -BELO HORIZONTE/MG Acreditado com Excelência -13/01/2013. • BIOVISÃO CENTRO DE OFTALMOLOGIA-BELO HORIZONTE/MG- Acreditado com Excelência- 13/12/2014. • COA - CENTRO DE OFTALMOLOGIA AVANÇADA LTDA-BELO HORIZONTE/MG- Acreditado Pleno- 08/11/2012. • HOSPITAL DIA E MATERNIDADE UNIMED BH-BELO HORIZONTE/MG- Acreditado com Excelência- 21/11/2014. • HOSPITAL FELÍCIO ROCHO-BELO HORIZONTE/MG-Acreditado com Excelência-07/12/2013.

  34. Instituições acreditadas em Minas Gerais • HOSPITAL INFANTIL SÃO CAMILO S/A-BELO HORIZONTE/MG-Acreditado com Excelência-27/06/2014. • HOSPITAL SANTA CLARA-UBERLÂNDIA/MG-Acreditado Pleno-13/12/2013 • UAI Pampulha • UAI SÃO JORGE • ORTHOMED CENTER

  35. Referência para o Processo de Preparação Diagnóstico Organizacional Diagnóstico organizacional Desenvolvimento de Multiplicadores Formação de multiplicadores internos Comitê de Coordenação Representantes da: - Direção - Áreas técnicas finalísticas - Áreas administrativas e de apoio • Sensibilização • Palestra de • sensibilização • Assinatura do • Sistema de Informação e Documentação da ONA

  36. Referência para o Processo de Preparação CERTIFICAÇÃO Visita de Avaliação • Checagem dos Resultados • Reuniões sistemáticas para a análise crítica do processo de implantação, com monitoramento dos planos e cumprimento dos • prazos de execução. • Avaliação Interna • Acompanhamento • das áreas • Auto-avaliação com • base no Manual • Planejamento • Definir prioridades • de implantação do SBA • Criar grupos de trabalho • para os ajustes das não • conformidades

  37. Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar Funções Voltadas para os Pacientes Funções Voltadas para a Organização CBA

  38. Funções voltadas para os Pacientes • Direitos do Paciente e Familiares, Ética da Organização e Educação – DE • Avaliação do Paciente – AP • Cuidados ao Paciente – CP • Acesso e Continuidade do Cuidado - ACC CBA

  39. Funções voltadas para a Organização • Governo, Direção e Liderança – GDL • Melhoria do Desempenho da Organização – MD • Gerência do Ambiente Hospitalar - GA CBA

  40. Principais dificuldades do processo de ACREDITAÇÃO • Desconhecimento do processo • Envolvimento da Direção • Capacitação do corpo funcional

  41. Principais dificuldades do processo de ACREDITAÇÃO • Custos • Política de investimentos • Estruturas físicas antigas

  42. Certificados de Acreditação

  43. Selos de Acreditação

  44. ONA: Organização Nacional de Acreditação - É uma organização não governamental de interesse coletivo e com abrangência de atuação nacional. • O que são instituições acreditadoras? Organização de direito privado, com ou sem fins econômicos, credenciada pela ONA, com a responsabilidade de proceder à avaliação e certificação da qualidade dos serviços, dentro do processo de acreditação, em nível nacional. Qual o Objetivo da ONA? Promover a implementação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos serviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a garantir a qualidade na assistência aos cidadãos brasileiros, em todas as organizações prestadoras de serviços de saúde do país. Localização da ONA: Brasília

  45. NOVAS ABREVIATURAS CNQP= Comissão Nacional de Qualidade e Produtividade (CNQP) PBQP = Programa Brasileiro da Qualidade de Produtividade ONA = Organização Nacional de Acreditação SBA = Sistema Brasileiro de Acreditação

  46. Referências Bibliográficas FONTINELE JÚNIOR, K. Administração hospitalar. Goiânia: AB Editora, 2002. 240, p. 119 FORTES, M.T.R. A Acreditação no contexto dos sistemas de saúde: as propostas de política e suas diversas acreditações. Dissertação de mestrado. RJ: Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2007, 145 p. ONA. Manual organizações prestadoras de serviços hospitalares. Brasília, versão 2001, 198p. ONA. Manual Brasileiro de Acreditação hospitalar. Brasília, 2002, 107 p. ONA. Manual Brasileiro de Acreditação das organizações prestadoras de serviços de saúde – Brasília, 2006, 203 p. ONA. Manual Brasileiro de Acreditação das organizações prestadoras de serviços hospitalares. Brasília, 2004, 224 p.

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