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PCH TOMBO ATUALIZAÇÃO DOS ESTUDOS HIDROLÓGICOS

PCH TOMBO ATUALIZAÇÃO DOS ESTUDOS HIDROLÓGICOS. DEZ/2009. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBO ESCOPO. PROJETO BÁSICO POSTO PCH TOMBO VAZÃO Q 7,10 REGRA OPERATIVA. 2. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBO. PROJETO BÁSICO POSTO PCH TOMBO VAZÃO Q 7,10 REGRA OPERATIVA. 3.

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PCH TOMBO ATUALIZAÇÃO DOS ESTUDOS HIDROLÓGICOS

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Presentation Transcript


  1. PCH TOMBOATUALIZAÇÃO DOS ESTUDOS HIDROLÓGICOS DEZ/2009

  2. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBOESCOPO • PROJETO BÁSICO • POSTO PCH TOMBO • VAZÃO Q7,10 • REGRA OPERATIVA 2

  3. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBO • PROJETO BÁSICO • POSTO PCH TOMBO • VAZÃO Q7,10 • REGRA OPERATIVA 3

  4. ESTUDO DE VAZÕES – PCH TOMBO MG SP Derivação Sistema Cantareira Rio Jaguari Rio Jaguari PCH TOMBO Reservatório Jaguari SABESP Rio Camanducaia Posto Fazenda Jaguari: 281 km² – SABESP Posto Pires: 967 km² - DAEE Posto Monte Alegre do Sul: 387 km² – DAEE Posto Amparo: 967 km² - ANA 4

  5. DADOS FLUVIOMÉTRICOS DISPONÍVEIS “A MELHORAMENTOS realizou novos esforços junto à SABESP para aquisição dos dados fluviométricos, que são agora incorporados no presente Projeto Básico”. 5

  6. DADOS FLUVIOMÉTRICOS DISPONÍVEIS 6

  7. CORRELAÇÃO DE VAZÕES • A correlação entre as vazões médias mensais de Fazenda Jaguari e Pires, para o período de 1986 a 1992, e apresentada na acima e tem a seguinte expressão: • QFJ = 0,3938.QPR0,957 • Onde: • QFJ : Vazões médias mensais em Fazenda Jaguari m³/s. • QPR : Vazões médias mensais em Posto Pires m³/s; 7

  8. SÉRIE DE VAZÕES – PCH TOMBO • Para o cálculo da série de vazões na PCH Tombo foi adotada a seguinte metodologia de relação de áreas: • ADPFJ x QPFJ = ADTBO x QTBO ; • QTBO = (ADPFJ x QPFJ )/ADTBO • QTBO = 1,01 x QPFJ • Área Drenagem da PCH Tombo – ADTBO: 283 km²; • Área Drenagem do Posto Fazenda Jaguari – ADPFJ : 281 km²; • Série de Vazões da PCH Tombo – QTBO m³/s; • Série de Vazões do Posto Fazenda Jaguari – QPFJ m³/s. 8

  9. SÉRIE DE VAZÕES – PCH TOMBO 9

  10. SÉRIE DE VAZÕES – PCH TOMBO 10

  11. SÉRIE DE VAZÕES – PCH TOMBO ≠2% Qméd 11

  12. SÉRIE DE VAZÕES – PCH TOMBOresumo – PROJETO BÁSICO 12

  13. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBO • PROJETO BÁSICO • POSTO PCH TOMBO • VAZÃO Q7,10 • REGRA OPERATIVA 13

  14. LOCAL DE INSTALAÇÃOPOSTO PCH TOMBO Vista da tubulação com o sistema de aquisição de dados da estação PCH Tombo Jusante 14

  15. LOCAL DE INSTALAÇÃOPOSTO PCH TOMBO Vista da tubulação com o sistema de aquisição de dados da estação e réguas da PCH Tombo Jusante 15

  16. LOCAL DE INSTALAÇÃOPOSTO PCH TOMBO Vista da aquisição dos dados monitorados na estação PCH Tombo Jusante 16

  17. ESTUDO DE VAZÕESPOSTO PCH TOMBO MG SP Derivação Sistema Cantareira Rio Jaguari Rio Jaguari PCH TOMBO Reservatório Jaguari SABESP Rio Camanducaia Posto PCH Tombo: km² 312 – ERSA Posto Fazenda Jaguari: 281 km² – SABESP Posto Pires: 967 km² - DAEE Posto Monte Alegre do Sul: 387 km² – DAEE Posto Amparo: 967 km² - ANA 17

  18. HIDROGRAMAPOSTO PCH TOMBO 18

  19. CURVA DE PERMANÊNCIAPOSTO PCH TOMBO 19

  20. SÉRIE DE VAZÕES - COMPARAÇÃOPROJETO BÁSICO – POSTO PCH TOMBO • Para o cálculo da série de vazões no Posto PCH Tombo foi adotada a seguinte metodologia de relação de áreas entre o Projeto Básico: • ADPB x QPB = ADPPT x QPPT ; • QPPT = (ADPB x QPB )/ADPPT • QPPT = 1,10 x QPB • Área Drenagem do Posto PCH Tombo – ADPPT: 312 km²; • Área Drenagem do Projeto Básico – ADPB : 283 km²; • Série de Vazões do Posto PCH Tombo – QPPT m³/s; • Série de Vazões do Projeto Básico – QPB m³/s. 20

  21. RESUMO DAS VAZÕESPOSTO PCH TOMBO * Vazões transpostas do Projeto Básico para o Posto PCH Tombo 21

  22. CURVA DE PERMANÊNCIA COMPARAÇÃO DOS ESTUDOS 22

  23. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBO • PROJETO BÁSICO • POSTO PCH TOMBO • VAZÃO Q7,10 • REGRA OPERATIVA 23

  24. VAZÃO MÍNIMA Q7,10PROJETO BÁSICO *Equação de posição plotagem Cunnane Quantis aproximadamente não enviesados para todas as distribuições 24

  25. VAZÃO MÍNIMA Q7,10 - análise regionalATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS GERAIS 25

  26. VAZÃO MÍNIMA Q7,10 - análise regional ATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS GERAIS • Segundo o Atlas Digital de Águas de Minas Gerias, a vazão Q7,10 para a Bacia Hidrográfica do Rio Piracicaba/Jaguari em Minas Gerias está em torno de: • Q7,10 L/s/km² = 4,9. • Sendo assim, para uma área de drenagem de 283 km² – PCH Tombo – teremos uma vazão minima Q7,10 que pode ser obtida através da seguinte equação: • Q7,10 m³/s = [AD km² x Q7,10 L/s/km²]/1000 • Q7,10 m³/s = (283 x 4,9)/1000 • Q7,10 = 1,39 m³/s 26

  27. VAZÃO MÍNIMA Q7,10 - análise localATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS GERAIS PCH Tombo 27

  28. VAZÃO MÍNIMA Q7,10- análise localATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS GERAIS • Ainda de acordo com Atlas Digital de Águas de Minas Gerias, a vazão Q7,10 para o rio Jaguari em Minas Gerias no local mais próximo da PCH Tombo está em torno de: • Q7,10 m³/s = 1,53 para um área de drenagem de 297 km² • Sendo assim, para uma área de drenagem de 283 km² – PCH Tombo – teremos uma vazão minima Q7,10 que pode ser obtida através da seguinte equação: • Q7,10 m³/s =1,53 - AD km² = 297 • Q7,10 m³/s =? - AD km² = 283 • Q7,10 m³/s = [(1,53 x 283)]/297 • Q7,10 = 1,46 m³/s 28

  29. VAZÃO MÍNIMA Q7,10ATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS GERAIS 29

  30. ESTUDO HIDROLÓGICO – PCH TOMBO • PROJETO BÁSICO • POSTO PCH TOMBO • VAZÃO Q7,10 • REGRA OPERATIVA 30

  31. DEFINIÇÃO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO TOTALMENTE A FIO D’ÁGUA = SEM DEPLECIONAMENTO = TUDO QUE ENTRA SAI = NÃO TEM CONSUMO 31

  32. REGRA OPERATIVA 32

  33. REGRA OPERATIVA 33

  34. CONCLUSÕES • 1 – Os dados de vazão medidos no Posto Tombo (linígrafo) estão de acordo com os dados utilizados no Projeto Básico • 2 – Nenhuma alteração identificada altera a regra operativa 34

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