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ANATOMIA MUSCULAR DO OMBRO

ANATOMIA MUSCULAR DO OMBRO. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES. Peitoral Maior Fixação Proximal: Cabeça Clavicular – face anterior da metade medial da clavícula; Cabeça esternocostal – face anterior do esterno, seis cartilagens costais superiores, aponeurose do músculo oblíquo externo.

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ANATOMIA MUSCULAR DO OMBRO

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Presentation Transcript


  1. ANATOMIA MUSCULAR DO OMBRO

  2. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES Peitoral Maior • Fixação Proximal: Cabeça Clavicular – face anterior da metade medial da clavícula; Cabeça esternocostal – face anterior do esterno, seis cartilagens costais superiores, aponeurose do músculo oblíquo externo. (MOORE, 2007).

  3. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES • Fixação Distal: Lábio lateral do sulco intertubercular do úmero; • Inervação:Nervos Peitorais lateral e medial; cabeça clavicular (C5, C6), cabeça esternocostal (C7, C8, T1). (MOORE, 2007).

  4. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES • Principal Ação: Aduz e roda medialmente o úmero; move a escápula anterior e inferiormente. Agindo sozinha, a cabeça clavicular flete o úmero e a cabeça esternocostal estende-o a partir da posição fletida. (MOORE, 2007).

  5. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES Peitoral Menor • Fixação Proximal: 3-5 costelas perto de suas cartilagens costais; • Fixação Distal: Margem medial e face superior do processo coracóide da escápula; • Inervação: Nervo peitoral medial (C5, C6). (MOORE, 2007).

  6. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES • Principal Ação: Estabiliza a escápula deslocando-a inferior e anteriormente contra a parede torácica. (MOORE, 2007).

  7. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES Subclávio • Fixação proximal: Junção da primeira costela e cartilagem costal; • Fixação distal: Face inferior do terço médio da clavícula; • Inervação: Nervo para o músculo subclávio (C5, C6); • Principal Ação: Fixa e deprime a clavícula. (MOORE, 2007).

  8. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES Serrátil Anterior • Fixação Proximal: Faces externas das partes laterais das 1-8 costelas; • Fixação Distal: Face anterior da margem medial da escápula; • Inervação: Nervo torácico longo (C5, C6, C7). (MOORE, 2007).

  9. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES ANTERIORES • Principal Ação: Protrai a escápula e a mantém contra a parede torácica; roda a escápula. (MOORE, 2007).

  10. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES SUPERFICIAIS Trapézio • Fixação Proximal: Terço medial da linha nucal superior; protuberância occipital externa; ligamento nucal; processos espinhosos das vértebras C7-T12; • Fixação Distal: Terço lateral da clavícula; acrômio e espinha da escápula. (MOORE, 2007).

  11. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES SUPERFICIAIS • Inervação: Nervo acessório (XI nervo craniano) fibras motoras e nervos espinhais C3, C4 (fibras de dor e proprioceptivas). (MOORE, 2007).

  12. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES SUPERFICIAIS • Principal Ação: A parte descendente eleva; a parte ascendente deprime; e a parte transversa (ou todas as partes juntas) retrai a escápula; as partes descendentes e ascendentes atuam juntas para rodar a cavidade glenoidal superiormente. (MOORE, 2007).

  13. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES SUPERFICIAIS Latíssimo do Dorso • Fixação Proximal: Processos espinhosos das 6 vértebras torácicas inferiores, fáscia toracolombar, crista ilíaca e 3 ou 4 costelas inferiores; • Fixação Distal: Assoalho do sulco intertubercular do úmero. (MOORE, 2007).

  14. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES SUPERFICIAIS • Inervação: Nervo toracodorsal (C6, C7, C8); • Principal Ação: Estende, aduz e roda medialmente o úmero; eleva o corpo em direção aos braços durante a escalada. (MOORE, 2007).

  15. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES PROFUNDOS Levantador da Escápula • Fixação Proximal: Tubérculos posteriores dos processos transversos das vértebras (C1 – C4); • Fixação Distal: Margem medial da escápula superior à raiz da espinha; • Inervação: Nervos dorsal da escápula (C5) e cervical (C3, C4). (MOORE, 2007).

  16. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES PROFUNDOS • Principal Ação: Eleva a escápula e inclina sua cavidade glenoidal inferiormente por rotação da escápula. (MOORE, 2007).

  17. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES PROFUNDOS Rombóides Maior e Menor • Fixação Proximal: - Menor: ligamento nucal; processos espinhosos das vértebras C7 e T1; - Maior: processos espinhosos das vértebras T2 – T5. (MOORE, 2007).

  18. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES PROFUNDOS • Fixação Distal: - Menor: Área triangular uniforme na extremidade medial da espinhal da escápula; -Maior: Margem medial da escápula a partir do nível da espinha até o ângulo inferior. (MOORE, 2007).

  19. MÚSCULOS TORACOAPENDICULARES POSTERIORES PROFUNDOS • Inervação: Nervo dorsal da escápula (C4,C5); • Principal Ação: Retraem a escápula e rodam-na para deprimir a cavidade glenoidal; fixam a escápula à parede torácica. (MOORE, 2007).

  20. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS Deltóide • Fixação Proximal: Terço lateral da clavícula; acrômio e espinha da escápula; • Fixação Distal: Tuberosidade para o músculo deltóide do úmero; • Inervação: Nervo axilar (C5, C6). (MOORE, 2007).

  21. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS • Principal Ação: -Parte anterior: flete e gira medialmente o braço; - Parte média: abduz o braço - Parte posterior: estende e roda lateralmente o braço. (MOORE, 2007).

  22. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS Supra-espinhal • Fixação Proximal: Fossa supra-espinhal da escápula; • Fixação Distal: Face superior do tubérculo maior do úmero; • Inervação: Nervo supra-escapular (C4, C5, C6). (MOORE, 2007).

  23. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS • Principal Ação: Inicia e ajuda o deltóide na abdução do braço e atua com os músculos do manguito rotador. (MOORE, 2007).

  24. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS Infra-espinhal • Fixação Proximal: Fossa infra-espinhal da escápula; • Fixação Distal: Face média do tubérculo maior do úmero; • Inervação: Nervo supra-escapular (C5, C6). (MOORE, 2007).

  25. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS • Principal Ação: Rodam lateralmente o braço; ajudam a manter a cabeça do úmero na cavidade glenoidal da escápula. (MOORE, 2007).

  26. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS Redondo Menor • Fixação Proximal: Parte média da margem lateralda escápula; • Fixação Distal: Face inferior do tubérculo maior do úmero; • Inervação: Nervo axilar (C5, C6). (MOORE, 2007).

  27. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS • Principal Ação: Rodam lateralmente o braço; ajudam a manter a cabeça do úmero na cavidade glenoidal da escápula. (MOORE, 2007).

  28. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS Redondo Maior • Fixação Proximal: Face posterior do ângulo inferior da escápula; • Fixação Distal: Lábio medial do sulco intertubercular do úmero; • Inervação: Nervo subescapular inferior (C5, C6). • Principal Ação: Aduz e roda medialmente o braço. (MOORE, 2007).

  29. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS Subescapular • Fixação Proximal: Fossa subescapular (a maior parte da face anterior da escápula; • Fixação Distal: Tubérculo menor do úmero; • Inervação: Nervos subescapulares superior e inferior (C5, C6, C7). (MOORE, 2007).

  30. MÚSCULOS ESCAPULOUMERAIS • Principal Ação: Roda medialmente e aduz o braço; ajuda a manter a cabeça do úmero na cavidade glenoidal. (MOORE, 2007).

  31. ARTICULAÇÕES DO OMBRO

  32. ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR • A articulação esternoclavicular é uma articulação sinovial selar, mas funciona como articulação esferóidea; • A articulação esternoclavicular é a única articulação entre o membro superior e a esqueleto axial, e pode ser facialmente palpada porque a extremidade esternal da clavícula situa-se superiormente ao manúbrio do esterno. (MOORE, 2007).

  33. ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Faces Articulares da Articulação Esternoclavicular: • A extremidade esternal da clavícula articula-se com o manúbrio e a 1a cartilagem costal. As faces articulares são cobertas por fibrocartilagem. (MOORE, 2007).

  34. ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Ligamentos da Articulação Esternoclavicular: • Ligamento interclavicular: fortalece a cápsula superiormente; • Ligamento costoclavicular: fixa a face inferior da extremidade esternal da clavícula à 1a costela. (MOORE, 2007).

  35. ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Movimentos da Articulação Esternoclavicular: • Embora a articulação esternoclavicular seja extremamente forte, é bastante móvel para permitir movimentos do cíngulo no membro superior e do membro superior; • Durante a elevação completa do membro, a clavícula é elevada até aproximadamente um ângulo de 60o. (MOORE, 2007).

  36. ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR • Quando a elevação é obtida por flexão, é acompanhada por rotação da clavícula ao redor de seu eixo longitudinal. • A articulação esternoclavicular também pode ser movimentada de até 25 – 30o. (MOORE, 2007).

  37. ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Inervação da Articulação Esternoclavicular: • Ramos do nervo supraclavicular medial e do nervo para o músculo subclávio. (MOORE, 2007).

  38. ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR Faces articulares da Articulação Acromioclavicular: • A extremidade acromial da clavícula articula-se com acrômio da escápula. As superfícies articulares, cobertas por fibrocartilagem, são separadas por um disco articular cuneiforme incompleto. (MOORE, 2007).

  39. ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR Ligamentos da Articulação Acromioclavicular: • Ligamento coracoclavicular: fixa a clavícula ao processo coracóide; • O ligamento coracoclavicular consiste em dois ligamentos, os ligamentos conóide e trapezóide. (MOORE, 2007).

  40. ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR Movimentos da Articulação Acromioclavicular: • O acrômio da escápula gira sobre a extremidade acromial da clavícula; • Não há músculos unindo os ossos que se articulam para movimentar a articulação acromioclavicular. (MOORE, 2007).

  41. ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR Inervação da Articulação Acromioclavicular: • Os nervos peitoral lateral, supraclaviculares, axilar suprem a articulação acromioclavicular. (MOORE, 2007).

  42. ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL Superfícies Articulares da Articulação do Ombro: • A cabeça do úmero, grande e redonda, articula-se com a cavidade glenoidal relativamente rasa da escápula, que é aprofundada ligeira, mas efetivamente pelo lábio glenoidal fibrocartilagíneo, anular. (MOORE, 2007).

  43. ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL Ligamentos da Articulação do Ombro: • Ligamentos glenoumerais: que fortalecem a face anterior da cápsula articular; • Ligamento coracoumeral: que fortalece a cápsula superiormente. (MOORE, 2007).

  44. ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL Movimentos da Articulação do Ombro: • A articulação do ombro tem mais liberdade de movimento do que qualquer outra articulação do corpo. • A articulação do ombro permite movimentos ao redor de três eixos, possibilitando flexão, extensão, abdução, adução, rotação (lateral e medial) e circundução do ombro. (MOORE, 2007).

  45. ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL • A circundução na articulação do ombro é uma sequência ordenada de flexão, abdução, extensão, adução ou o inverso. (MOORE, 2007).

  46. ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL Músculos que Movimentam a Articulação do Ombro: • Os movimentos da articulação do ombro e os músculos que os produzem – os músculos toracoapendiculares, que podem agir indiretamente na articulação e os músculos escapuloumerais, que atuam diretamente na articulação do ombro. (MOORE, 2007).

  47. ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL Inervação da Articulação do Ombro: • Os nervos supra-escapular, axilar e peitoral lateral suprem a articulação do ombro. (MOORE, 2007).

  48. ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA • É chamada também de articulação falsa ou fisiológica pois , não existem articulações ósseas , apenas superfícies que deslizam entre a escápula e o tórax; (KAPANDJI, 2000).

  49. ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA • A escápula não se localiza no plano frontal, mas no plano oblíquo de dentro para fora e de trás para adiante, formando com o plano frontalum ângulo diedro de 30 graus, aberto para fora e para frente; (KAPANDJI, 2000).

  50. ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA Movimentos Reais da Articulação Escapulotorácica • Durante a abdução ativa, a escápula realiza quatro movimento: ascenso, movimento de sino, movimento de basculação e movimento de “pivô”; • No primeiro momento, durante a abdução de 0 a 90 graus, a glenóide tende paradoxalmente a orientar-se para trás seguindo um ângulo de 10 graus. (KAPANDJI, 2000).

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