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Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público

Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público Balanço Patrimonial, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido. Coordenação Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação STN/CCONF. Última Atualização: 01/06/2012 . Programa do Módulo.

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Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público

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Presentation Transcript


  1. Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público Balanço Patrimonial, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido Coordenação Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação STN/CCONF Última Atualização: 01/06/2012

  2. Programa do Módulo

  3. Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público • - Atualizará os anexos da Lei 4320/64; • Organizará e publicará o Balanço Consolidado das Contas Nacionais. • Editar normas gerais para Consolidação das Contas Nacionais; • Promover a Consolidação Nacional; • Atualizar os anexos da Lei 4320/64. Conselho Técnico de Economia e Finanças do Ministério da Fazenda (extinto) Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda

  4. Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público IMPLANTAÇÃO DAS NOVAS DEMONSTRAÇÕES - Portaria específica da Secretaria do Tesouro Nacional (Portaria nº 665, de 30/11/2010 que altera os anexos da Lei 4.320/64) ; - Publicação do Manual das Demonstrações Contábeis (Portaria STN nº 406, de 20 de junho de 2011que aprova a Parte V do MCASP);

  5. Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público MANUAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (PARTE V DO MCASP) DEMONSTRAÇÕES OBRIGATÓRIAS Balanço Orçamentário Balanço Financeiro Balanço Patrimonial Demonstração das Variações Patrimoniais Demonstração do Fluxo de Caixa Demonstração da Mutação do Patrimônio Líquido DEMONSTRAÇÃO FACULTATIVA Demonstração do Resultado Econômico

  6. Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO PARA OS ENTES E ENTIDADES DO SETOR PÚBLICO – Conforme art. 7º da Portaria STN 406 de 2.011 alterado pela portaria 828 de 2011. 2011 Facultativo 2014 Consolidação Nacional com novo padrão de Contabilidade do Setor Público 2013 Obrigatório União Estados e DF Municípios 2012 Facultativo

  7. Balanço Patrimonial Parte V do MCASP – pag. 572 – 581

  8. Balanço Patrimonial: Lei 4320/1964 • De acordo com a Lei 4.320/64, art. 105, no Balanço Patrimonial estarão demonstrados os Ativos Financeiro e Permanente, os Passivos Financeiro e Permanente, o Saldo Patrimonial e as Contas de Compensação. • Ativo e Passivo Financeiros - independem de autorização orçamentária para suas realizações. • Ativo e Passivo Não Financeiros - dependem de autorização orçamentária para suas realizações. • Contas de Compensação - correspondem apenas aos atos potenciais (contratos, convênios, garantias, etc.)

  9. Balanço Patrimonial: estrutura antiga

  10. (a) estão disponíveis para realização imediata; (b) tem a expectativa de realização até o término do exercício seguinte. Circulante Ativo Não Circulante Demais Ativos (a) correspondem a valores exigíveis até o final do exercício seguinte; (b) correspondem a valores de terceiros ou retenções em nome deles, quando a entidade do setor público for a fiel depositária, independentemente do prazo de exigibilidade. Circulante Passivo Não Circulante Demais Passivos Balanço Patrimonial: aspectos inovadores • Pela Norma, confere-se enfoque patrimonial ao Balanço e promove-se a convergência às normas internacionais e brasileiras, incluindo a legislação societária (lei 6.404/76 e alterações). • O Balanço Patrimonial é dividido em Ativo Circulante x Não Circulante

  11. Balanço Patrimonial: nova estrutura

  12. Balanço Patrimonial: nova estrutura Visão Lei 4320/64 Compensações

  13. Qual a diferença entre o saldo patrimonial, definido pela Lei 4.320 e o Patrimônio Líquido do BP? Exemplo: No encerramento do exercício de X1 aconteceram os seguintes fenômenos: • Foi empenhado R$ 100 referente a serviços que não foram prestados no exercício; • Foi empenhado e liquidado R$ 70 referente a serviços prestados no exercício; • Foi empenhado R$ 50 referente a serviços que foram prestados no exercício, mas não liquidadas 150 RP não processados 100 Obrigações a pagar 120 70 RP processados 70 220 120 280 380 500 500 500 500 500 220 280

  14. Ativo Grau Decrescente de Liquidez Passivo Grau Decrescente de Exigibilidade Balanço Patrimonial: aspectos inovadores • Disposição das Contas: No Balanço Patrimonial, as contas devem ser dispostas da seguinte forma:

  15. Demonstrativo do Superávit/Déficit Financeiro Parte V do MCASP – pag. 575

  16. Demonstrativo do Superávit/Déficit Financeiro • Como anexo ao Balanço Patrimonial, deverá ser elaborado o demonstrativo do superávit financeiro apurado no Balanço Patrimonial do exercício anterior. • Superávit financeiro - a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculadas, que é uma das fontes para abertura de crédito adicional, segundo o artigo 43 da Lei nº 4.320/64.

  17. Demonstrativo do Superávit/Déficit Financeiro

  18. Preenchendo os Quadros demonstrativos – BP Balanço Patrimonial Parte VII do MCASP – pag. 691

  19. Preenchendo os Quadros demonstrativos – BP

  20. Preenchendo os Quadros demonstrativos – BP

  21. Preenchendo os Quadros demonstrativos – BP Balanço Patrimonial conforme Lei 4.320 e Quadro de Compensado

  22. Preenchendo os Quadros demonstrativos – BP Diferença de R$100,00 - RP não Processado

  23. EXERCÍCIOS

  24. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DSF Demonstrativo do Superávit/Déficit Financeiro Parte VII do MCASP – pag. 691

  25. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DSF

  26. Demonstração dos Fluxos de Caixa Parte V do MCASP – pag. 582 – 586

  27. Conceitos relacionados à DFC

  28. Embasamento legal e normativo da DFC “ 30. A Demonstração dos Fluxos de Caixa permite aos usuários projetar cenários de fluxos futuros de caixa e elaborar análise sobre eventuais mudanças em torno da capacidade de manutenção do regular financiamento dos serviços públicos.” “31. A Demonstração dos Fluxos de Caixa deve ser elaborada pelo método direto ou indireto e evidenciar as movimentações havidas no caixa e seus equivalentes, nos seguintes fluxos: (a) das operações; (b) dos investimentos; e (c) dos financiamentos.” “32. O fluxo de caixa das operações compreende os ingressos, inclusive decorrentes de receitas originárias e derivadas, e os desembolsos relacionados com a ação pública e os demais fluxos que não se qualificam como de investimento ou financiamento.” “33. O fluxo de caixa dos investimentos inclui os recursos relacionados à aquisição e à alienação de ativo não circulante, bem como recebimentos em dinheiro por liquidação de adiantamentos ou amortização de empréstimos concedidos e outras operações da mesma natureza.” “ 34. O fluxo de caixa dos financiamentos inclui os recursos relacionados à captação e à amortização de empréstimos e financiamentos.” Item 30 NBC T 16.6 Item 31 NBC T 16.6 Item 32 NBC T 16.6 Item 33 NBC T 16.6 Item 34 NBC T 16.6

  29. Conceitos contemplados pela DFC Permite um melhor gerenciamento e controle financeiro; Proporciona aos usuários da informação contábil instrumentos para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez; Permite aos usuários projetar cenários de fluxos futuros de caixa e elaborar análise sobre eventuais mudanças sobre a capacidade de manutenção dos serviços públicos; A DFC deve ser elaborada pelo método direto, pois o método indireto não se aplica ao Setor Público.

  30. Estrutura da DFC – método direto

  31. Estrutura da DFC – método direto

  32. Estrutura da DFC – método direto

  33. Estrutura da DFC – método direto

  34. Estrutura da DFC – método direto

  35. EXERCÍCIOS

  36. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DFC Demonstração dos Fluxos de Caixa Parte VII do MCASP – pag. 692 e 693

  37. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DFC

  38. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DFC

  39. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DFC

  40. Preenchendo os Quadros demonstrativos – DFC

  41. Demonstração do Resultado Econômico Parte V do MCASP – pag. 587 – 592

  42. Demonstração do Resultado Econômico • FOCOS DAS DEMONSTRAÇÕES TRADICIONAIS: • Apuração de resultados; • Gestão orçamentária; • Gestão de disponibilidades; • “Fotografias” patrimoniais. EFICÁCIA: atingir metas, atender requisitos, cumprir cronogramas Balanços e demonstrações tradicionais; EFICIÊNCIA: balizado por referências, relaciona-se à qualidade na aplicação dos recursos, à relação entre quantidade produzida e recursos empregados, à aplicação de recursos de forma igual ou melhor que os padrões do mercado DRE!

  43. Conceitos relacionados à DRE

  44. DRE – Pontos importantes • Foco gerencial: • eficiência da gestão pública; • instrumento de apoio à gestão – ferramenta para tomada de decisões; • transparência qualitativa e quantitativa dos programas de governo (disclosure). • Características: • Interligada aos sistemas de custos; • Elaboração dependente de conceitos de receita econômica e custos da ação pública – depende da mensuração confiável dos mesmos; • Levantamento facultativo;

  45. Embasamento normativo da DRE “Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder. “Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de: ... II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado.” Art. 70 CF/88 Art. 74 CF/88

  46. Estrutura da DRE

  47. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL Parte V do MCASP – pag. 593 – 595

  48. A DMPL, conforme art. 4º da Portaria STN 665 de 2.010, será obrigatória apenas para as empresas estatais dependentes e para os entes que as incorporarem no processo de consolidação de contas. A entidade deve apresentar a DMPL, que objetiva demonstrar: a) o déficit ou superávit patrimonial do período; b) cada mutação no patrimônio líquido reconhecida diretamente no mesmo; c) o efeito decorrente da mudança nos critérios contábeis e os efeitos decorrentes da retificação de erros cometidos em exercícios anteriores; e d) as contribuições dos proprietários e distribuições recebidas por eles como proprietários. Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido

  49. Estrutura da DMPL

  50. Consolidação das Demonstrações Contábeis Parte V do MCASP – pag. 601 – 612

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