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O PROFISSIONAL DE PSICOPEDAGOGIA E OS PROCESSOS DE INTERVENÇÃO NECESSÁRIOS

O PROFISSIONAL DE PSICOPEDAGOGIA E OS PROCESSOS DE INTERVENÇÃO NECESSÁRIOS. ALUNAS: Rosemeyre Floriano Carvalho Duarte e Vanessa Mendes Cardoso Da Silva. FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER.

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O PROFISSIONAL DE PSICOPEDAGOGIA E OS PROCESSOS DE INTERVENÇÃO NECESSÁRIOS

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Presentation Transcript


  1. O PROFISSIONAL DE PSICOPEDAGOGIA E OS PROCESSOS DE INTERVENÇÃO NECESSÁRIOS

  2. ALUNAS: Rosemeyre Floriano Carvalho Duarte e Vanessa Mendes Cardoso Da Silva

  3. FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER

  4. Este trabalho mostra a importância da psicopedagogia no estudo da aprendizagem humana, que se constitui a cada momento e em qualquer tempo. Para tal, aborda os princípios históricos que culminaram numa ciência nova, porém nem mais nem menos importante que a medicina, que a psicologia, que a pedagogia, mas como aliada na compreensão do conhecimento e da atividade humana. Nesse sentido, percebe-se através de um estudo teórico que a psicopedagogia pode concretizar-se em diferentes instituições, sejam elas escolares, clínicas, hospitalares ou organizacionais. Conclui-se que a psicopedagogia é uma forte aliada no diagnóstico das dificuldades de aprendizagem, possibilitando estratégias de contribuição do conhecimento e da capacidade de aprender. Ressaltando o que o pedagogo deve estar consciente do aprender e perceber o quanto há de possibilidades de buscar esse conhecimento.

  5. INTRODUÇÃO • A psicopedagogia nasceu de uma necessidade de uma melhor compreensão do processo de aprendizagem. O termo psicopedagogia, segundo Neves citado por Bossa (1994, p.6), “não consegue adquirir clareza na dimensão conceitual”. Mas pode-se dizer que psicopedagogia veio em resposta ao atendimento das dificuldades de aprendizagem que as crianças apresentavam em acompanhar o modelo de educação convencional e que está muito ligada a outras ciências como Medicina, a Sociologia, a Filosofia, a Psicologia, a Pedagogia, a Lingüística, entre outros.

  6. Pretende-se com este trabalho relatar primeiramente aspectos importante da história da psicopedagogia, tanto na área clínica como na área institucional, mostrando a ação da psicopedagogia como objeto de estudo voltado para o indivíduo humano e sua aprendizagem.

  7. Justifica-se essa pesquisa numa tentativa de explicar as dificuldades do ensino-aprendizagem em relação ao fazer pedagógico, já que são estas preocupações em que a área psicopedagógica atua, e tenta fazer as intervenções necessárias ao processo de aprendizagem.

  8. Nessa perspectiva, pretende-se também fazer reflexões sobre os processos e métodos em psicopedagogia, mostrar as diversas faces do diagnóstico psicopedagógico clínico, observar alguns aspectos sobre o modelo relacional sistêmico na construção de projeto psicopedagógico e institucional e a busca de resultados permanentes a psicopedagogia institucional.

  9. Considerando os questionamentos principais que direcionam esta pesquisa, cabe ressaltar que o profissional da psicopedagogia, aliar-se as questões escolares e aos problemas de aprendizagem faz a diferença entre criança ou adolescentes sentir-se excluída ou incluída no sistema de ensino.

  10. CONSIDERAÇÕES FINAIS • A Psicopedagogia tem se apresentado multifacetada, sob a influência da Psicologia e da Pedagogia. Tem como identidade própria a área de conhecimento, a linha de pesquisa em educação e em psicologia, e a atividade terapêutica ou preventiva.

  11. Esta área de atuação também permite aos profissionais a análise do processo de aprendizagem do ponto de vista do sujeito que aprende e da instituição que ensina no que tange a seu decurso normal ou com dificuldades.

  12. Contribuir para o crescimento dos processos da aprendizagem e auxiliar no que diz respeito a qualquer dificuldade em relação ao rendimento escolar, também é do âmbito da psicopedagogia, bem como de educadores em geral. • Ter conhecimento de como o aluno constrói seu conhecimento, compreender as dimensões das relações com a escola, com os professores, com o conteúdo e relacioná-Ios aos aspectos afetivos e cognitivos, permite uma atuação mais segura e eficiente.

  13. Reflitamos a respeito do ser global que está perante um movimento de aprendizagem. • Devemos considerar que o desenvolvimento deste ser se dá harmoniosamente e equilibradamente nas diferentes condições orgânica, emocional, cognitiva e social. • As dificuldades de aprendizagem podem surgir quando um ou mais aspectos citados encontram-se alterados e tendem a agravar-se na medida em que não são diagnosticados precocemente.

  14. Podemos afirmar que o ser humano é singular e a ele, somente a ele pertence sua situação, sua relação com o processo que lhe foi oferecido e o desenrolar deste. • Dentre causas orgânicas podemos citar as lesões cerebrais, síndromes congênitas, desnutrição e o Distúrbio do Déficit de Atenção, com ou sem Hiperatividade (DDAH). • Porém, o impedimento para aprender não está atrelado somente aos fatores orgânicos. O estado emocional determina e permeia todo tipo de relação, sendo está uma proposta educacional formal ou não.

  15. O processo de construção do conhecimento se dá em base sólida de acordo com a afetividade que se tem perante o objeto de estudo e o desconhecido, pressupondo-se que todo desconhecido é novo e o novo tem que associar-se ao já aprendido, modificando-o e aumentando-o. • Uma criança que, em seu processo encontra dificuldades em "crescer", em lidar com as novas propostas pode estar transformando suas más-relações familiares para o espaço escolar.

  16. É importante que o professor tenha consciência de que a criança traz consigo a bagagem natural cultural e também traz todas as referências afetivas. • No aspecto social, destaca-se o ambiente, a quantidade e a qualidade de estímulos recebidos e o valor dado à aprendizagem pela família e/ou meio social comunitário.

  17. A atuação da Psicopedagogia tem como base o pensar, a forma como a criança pensa e não propriamente o que aprende. • Ter um olhar psicopedagógico de um processo de aprendizagem é buscar compreender como eles utilizam os elementos do seu sistema cognitivo e emocional para aprender. É também buscar compreender a relação do aluno com o conhecimento, a qual é permeada pela figura do professor e pela escola. • A Psicopedagogia preocupa-se, portanto, como a criança aprende.

  18. REFERÊNCIAS • AMORIN, Marília (org.). Psicologia escolar. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1990. • BASSEDAS, Eulália et aI. Intervenção educativa e diagnóstico psicopedagógico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. • BOSSA, Nádia A. A psicopedagogia no Brasil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. • DROUET, Ruth Caribé da Rocha. Distúrbios da aprendizagem. São Paulo: Ática, 1997. • FAGALI, Eloísa Quadros; VALE, Zélia Dei Rio do. Psicopedagogia institucionalaplicada. Petrópolis: Vozes, 1998. • GOFFMAN, E. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1985.

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